História

O dia a dia de uma escola primária foi o chão em que se aninhou, em 1993, a semente de uma dissertação de mestrado iniciada dois anos mais tarde no Instituto de Psicologia da Universidade de São Paulo. A pesquisa de campo, com seis crianças entre 8 e 11 anos de idade, teve início em 1995 e constituiu o primeiro formato da Viagem de Letras.

Em 1999 nasceu o formato intensivo para grupos de adolescentes e adultos, com duração de um dia, que mais tarde se transformou na oficina A Percepção e a Palavra.

Ao longo do primeiro semestre de 2000 foi realizada a primeira oficina extensiva, com encontros semanais, para um grupo da “melhor idade”, no SESC Pompeia. A partir de então, desenvolveram-se outras oficinas extensivas e intensivas, com variações em relação ao número de horas, tema etc. (veja o menu de oficinas), oferecidas em nossa agenda e também realizadas sob demanda para indivíduos, instituições ou grupos fechados independentes. Uma dessas oficinas extensivas desenrolou-se ao longo de 2002 e 2003 e constituiu uma pesquisa de campo de doutorado, realizado na Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo.

Essa possibilidade de estudo e discussão sobre as bases teóricas que sustentam a Viagem de Letras atualmente tem continuidade na Ser e Fazer – Oficinas Psicoterapêuticas de Criação, coordenada por Tania Aiello Vaisberg, na Universidade de São Paulo.

Ao longo de toda essa trajetória, vêm sendo realizados também diversos percursos sob medida, que se desenvolvem a partir de demandas específicas.