Depoimentos


  • Angélica Reis, comunicadora de TV

    • “Acho a oficina ‘O encontro’. Comigo, com pessoas sensíveis e inteligentes e com uma ‘professora’ que tem voz de fadinha e conta histórias como ninguém. Além disso, que não é pouco, tem como função tirar a gente da correria e mesmice do cotidiano e levar pra um lugar muito mais legal: de palavras, poesias, chazinhos, amizades. Precisa dizer mais??”

     
  • Antonia de Souza Verdini, educadora

    • “A viagem de Letras foi uma viagem de surpresas. Uma possibilidade de usar os sentidos, o corpo, para compartilhar significados descobertos ou construídos através da expressão em várias linguagens, desbloqueando narrativas que muitas vezes se escondem em temores insuspeitos, indomáveis… E, também, foi para mim muito válido ter participado da oficina porque, atuando em vários projetos de práticas interativas de leitura, tenho me baseado nas muitas dinâmicas que vivenciei. Realmente inesquecível a viagem… o ponto de chegada até o outro… um novo partir para as palavras de autores recém-descobertos ou redescobertos… um desdobramento infinito de prazeres!!”

     
  • Bias Campos Arrudão, jornalista

    • “Temi contaminar o grupo com a minha tristeza [pelo falecimento de um familiar querido]. Mas o grupo nos acolheu – a mim e à minha tristeza –, cuidou de nós e, devagar, colocou a tristeza de castigo, no canto da sala e olhando para a parede. O contágio, afinal, se deu na mão inversa.”

     
  • Claudio Feijó, fotógrafo, pedagogo e psicólogo

    • “A Viagem de Letras é uma viagem leve. Como um balde de poço, traz um pedaço colorido e criativo da nossa alma para tomar um banho de sol… E um pouquinho de vento também. Adorei!”

     
  • Denise Casatti, jornalista

    • “Sabe aquela vozinha profunda que uns chamam de intuição, outros de magia e alguns até mesmo de providência? Aquela que a gente finge que não tem e insiste em não escutar mesmo sabendo que ela sempre está certa? Pois é, com as oficinas essa voz está ensurdecedora. Chego a imaginar que sou capaz de produzir textos inconscientemente. Surgem palavras, frases e parágrafos no caminho para o trabalho, na hora que vou me deitar e nos momentos mais inusitados. O pior (ou melhor) é que estão dizendo que meus textos transmitem mensagens que despertam sensações profundas. É, a voz está certa de novo, estou realmente ‘satisfeita’ com a oficina!”

     
  • Dulce Amabis, psicoterapeuta corporal

    • “Amei! Indico para um monte de gente e todo mundo que vai me liga entusiasmado para agradecer. Acredito muito nesse trabalho.”

     
  • Eduardo Muylaert, advogado

    • “As metas foram superadas. Um bom exercício de amizade e bom humor, sem fechar os olhos para a dor.”

     
  • Emilie Helou, médica oftalmologista

    • “É MUITO MELHOR do que eu imaginava. Foi um prazer. Esse dia foi muito legal, inimaginável. O método conseguiu me destravar e me fazer voltar a sentir prazer em escrever e conversar com pessoas estranhas.”

     
  • Henrique Félix, editor

    • “Nossa jornada fluiu como água de cachoeira, que também não deixa de ser um herói em sua jornada, um herói puro e transparente, cheio de vida, que contorna os obstáculos com fluidez e determinação, um herói que é o seu próprio elixir.”

     
  • José Luiz Moura Neto, administrador de empresas

    • “Profundas descobertas, frestas que se escancaram em janelas, janelas d’alma que me mostram para o mundo e para mim mesmo. Gosto do que vejo. Quero mais, muito mais.”

     
  • Maria Forlani, psicoterapeuta corporal

    • “O trabalho é bárbaro: simples, direto, visceral. O material é muito bem selecionado e maravilhosamente apresentado. É lindo o conteúdo e linda a forma. As sequências têm grande coerência: é sempre uma surpresa ir descobrindo o porquê de cada proposta. Foram tocadas coisas que estavam há muito adormecidas. Sinto-me a Bela Adormecida beijada pelo príncipe.”

     
  • Rodrigo Bragança Melo, músico

    • “A oficina foi muito produtiva para mim, pois mostrou uma maneira leve de lidar com as questões ligadas à criatividade. Acho que vou poder transpô-la para o meu universo musical.”

     
  • Vivina de Assis Viana, escritora

    • “Essa oficina é meio mágica, meio uma coisa só, sendo muitas, uma pessoa só, sendo várias. Um lugar que nos atraiu porque gostamos de ler e de escrever e que, aos poucos, palavra a palavra (escrita ou falada), olhar a olhar, sorriso a sorriso, lágrima a lágrima, foi virando outra coisa, assim meio a casa da gente, a minha e a dos outros do grupo, tudo misturado, ligado, unido, confuso e claro, complicado e simples, tudo muito misturado e muito bonito.”